A agência de notícias RIA Novosti reportou que o porta-voz da câmara de Moscovo, Leonid Krutakov, declarou: "Eles fizeram petições não oficiais para terem uma marcha durante as férias de Março, e qualquer tentativa de levar a cabo os ditos eventos serão impedidos pelas autoridades."
Desde Maio de 2006 que têm sido sistematicamente impedidas todas as manifestações de celebrar o orgulho. Nesse mês, mais de 120 pessoas foram detidas quando da tentativa da primeira marcha pelos direitos homossexuais.
As autoridades moscovitas consideram que a realização de tais eventos "fazem perigar a ordem pública e causam uma reacção negativa na maioria da população." O presidenta da câmara de Moscovo, Yury Luzhkov, classificou um dia os desfiles do orgulho como "satânicos".
A igreja ortodoxa russa e grupos opositores dos direitos homossexuais declararam que impedirão qualquer manifestação que tente apoiar os direitos homossexuais na Rússia.
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