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Quinta-feira, 26 Setembro 2013 09:13

PORTUGAL
Queer Lisboa 17 - Quarta-feira



Quarta-feira dia 25 o festival Queer Lisboa está ao rubro salas muito compostas e ou cheias e o PG tem feito ao que parece boas escolhas de visionamento.


Assim hoje temos mais um documentário e depois um conjunto de curtas.

Wildness

Silver Platter mais que um bar é, foi o barco salva vidas de muitos imigrantes latinos nos EUA , mais concretamente em Los Angeles. Um bar que foi a casa de muitas pessoas transexuais, que ali se sentiam seguras, em que os clientes eram confidentes, irmãos.

A narradora da história e realizador Wu Tsang mostrou-nos como uma comunidade pode ser organizada e cuidar dos seus. Para além do bar Silver Platter criaram um clínica para apoio ás pessoas transexuais, juntaram também advogados para ajudarem na legalização dessas pessoas e dos outros na sua maioria imigrantes ilegais fugidos de repressões e de guerras. LA foi o destino e Silver Platter foi o refúgio, a luz no fim do túnel.

Curtas 4

Um conjunto de seis filmes onde se inclui uma produção portuguesa que para variar tem um final feliz que baste para nos deixar mais satisfeitos, uma vez que parece haver uma tendência em muitas das produções para no fim algo correr mal. Falaremos sobre essa produção de Possidónio Cachapa, mas também de mais duas que chamaram a atenção do PG, as produções “Open Letter” e “Vestido de Laerte”.

Vestido de Laerte

Uma história narrada sobre o processo de legalização de uma pessoa transexual. Chega quase a ser uma sátira tendo em conta a imagem da protagonista a entregar os papeis necessários, tipo uns vinte, e depois de todos estarem certos o processo é recusado porque um dos papeis está manchado com café. A nossa amiga transexual diz que é descafainado mas a autoridade diz que até pode ter mancha de café desde que tenha esteja escrito a marca do café. Hilarious, mas ao mesmo tempo um retrato do que se passa demasiadas vezes na vida real com pessoas transexuais.

O Nylon da Minha Aldeia

Trata-se da produção portuguesa, uma representação do que é ser-se homossexual no interior de Portugal à trinta anos atrás. O filme começa com um jovem a vestir roupas da mãe, é apanhado pelo pai que lhe dá uma surra de cinto marcando-o, dizemos nós mais na alma que no corpo. Esse jovem desenvolve uma relação sexual com um homem da aldeia, um homem que usa o jovem de seu nome Marcelo mas recusa aceitar essa condição, dizendo a Marcelo que não é como ele. Na aldeia mais alguém não se encaixa nos papeis de género: uma mulher. Ela tem ataques de sonambulismo que a levam até à beira rio e onde canta sonoridades do tipo grogoriano, numa dessas noites cruza-se com Marcelo e os dois tornam-se amigos.

Aviso: Spoiler...

Disse que havia um final feliz, mais ou menos, porque o final é precedido de um ataque a Marcelo que fica em muito mau estado, cuidado pela agora sua amiga recupera e os dois iniciam um vida de liberdade.

Open Letter

Trata-se de um conjunto de vídeos postados no youtube de apoio a Frank Ocean (cantor de R&B) uma vez que este veio a público dizer qual era a sua orientação, homossexual. Os seus fãs postaram vídeos demonstrando o seu apoio ao cantor, Open Letter é por isso uma mensagem de esperança para todas as pessoas LGBT.

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