EUA: Lady Gaga arrasa com militares homofóbicos (PortugalGay.pt)
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Terça-feira, 21 Setembro 2010 15:29

EUA
Lady Gaga arrasa com militares homofóbicos



Num comício organizado pela Servicemembers Legal Defense Network, Lady Gaga arrasou com os militares homofóbios.


Lady Gaga apresentou um discurso directo e implacável relativamente à homofobia nas forças armadas. Gaga fez questão de referir que ela própria escreveu o texto. Num discurso baseado em que a Igualdade é a "costela de primeira" dos EUA a cantora começou por fazer referência ao juramento de bandeira feito por todos os militares em que juram "defender a constituição", mas não diz, "excepto se tiver um militar gay ao meu lado".

Gaga continua que está no comício porque se sente inspirada pelos gays e lésbicas que servem nas forças armadas, referindo que a lei actual é injusta.

Durante o discurso Gaga também criticou duramente a alegação que os gays e lésbicas poderiam interferir com as capacidades de intervenção dos militares, referindo que na base da lei está a dar cobertura à homofobia dos soldados que não se "sentiriam bem com gays". E compara a situação com o assassinato de Mathew Sepherd e que os assassinos foram condenados a prisão perpétua, mesmo que tenham alegado que o crime foi cometido porque não se sentiam bem com homossexuais.

E compara a situação dos soldados que sejam homofóbicos e que vivam a sua vida militar com base no preconceito contra gays e lésbicas são bem vindos no ambiente militar actual...

E avança propondo uma nova lei que mande para casa os militares que têm problemas, aqueles que não são capazes de realizar as suas tarefas por serem homofóbicos. E dá-lhe um nome: "Se não gostas, vai para casa". Reforçando que se algum militar não tem capacidade para defender a constituição dos EUA por causa do seu preconceito, então não tem lugar nas forças armadas. E que não faz sentido que um militar possa tratar os direitos Constitucionais como se fossem um menu, em que se pode escolher o que se quer usar ou não. E que o governo também não o pode fazer e que quando se vai para uma guerra vai-se por todos... não se pode excluir alguém por ser gay. E lança o desafio: que se a DADT não for anulada, então devem tornar mais claro por quem é que os militares estão a lutar. E que imagem é esta de igualdade em que algumas pessoas, nomeadamente os gays, são obrigados a pagar extra (no caso usando a imagem de uma refeição) para terem os benefícios da constituição. E termina defendendo que se não querem anular a DADT vão para casa.

O discurso foi feito em Portland, Maine, para cerca de 5000 pessoas e foi dirigido também aos dois Senadores deste estado que estão entre os indecisos na votação que deverá ser feita hoje no Capitólio em Washington.

EUA: Lady Gaga arrasa com militares homofóbicos

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