A decisão dos diretores foi unânime, por considerarem que, com uma organização desse tipo, os estudantes estariam defendendo o “sexo explÃcito”. O caso teve inÃcio no mês de abril passado. Na época, os estudantes anunciaram que pretendiam marcar as reuniões do grupo no colégio e discutir questões que envolvem os direitos da comunidade GLBT. O colégio, entretanto, se opôs e colocou o caso em votação, processo este que foi concluÃdo agora.
“Nós temos preocupação com essa polÃtica, que é ilegal. Quando uma escola permiti clubes extracurriculares é tudo ou nada. Eles não podem discriminar”, afirmou Jennifer Rudinger, diretor executivo da organização gay American Civil Liberties Union.