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Uma completa ignorância e desrespeito pela comunidade homossexual. Este senhor é um ignorante. Desconhece completamente o que é ser-se homossexual. Aprenda a respeitar os outros. Ser gay é o direito á felicidade de cada um.
Anónimo 13/4/2001

Paulo Gusmão merecia que lhe retirassem o pouco poder político que detém no partido e na sociedade civil! Este jovem de 27 anos, feito deputadozinho na Assembleia Legislativa Regional dos Açores devia ter mais bom-senso, principalmente numa sociedade repleta de gays acomodados e frustrados, como é o caso da sociedade açoreana!
Enfim, um menino que sempre foi uma «rata de sacristia» na Igreja Matriz de Ponta Delgada e que só sabe passar a vida nos cafés de Ponta Delgada a distribuir sorrisos e cumprimentos eleitoralistas, porque para muitos a carreira política é a única maneira de ser profissão, dado que Paulo Gusmão, nunca fez nada de relevante durante toda a sua curta vida!
Anónimo 14/4/2001

Sou acoriano e não aceito estas declaraçoes de um fustrado de um partido político que por estas e outras não pode nunca chegar ao poder político quer em portugal continental quer nas regiões autónomas
Anónimo 18/4/2001

Esperamos que esse senhor em que nem sequer nunca ouvi falar, não venha um dia a arrepender-se de estas e outras possíveis declarações. Será que o senhor nunca ouviu dizer que no melhor pano cai a nódoa?
bituca@netc.pt 18/4/2001

As afirmações do Sr. Deputado ficam com ele mesmo. A homofobia graça pelo Reino e triste é emanar de um jovem a quem se pedia que pelo menos se informasse perante o chefe, esse sim, um homem esclarecido. O CDS/PP não é um partido antigay, assim como não o será o partido do Sr. Candal.
wallace@gay.com 18/4/2001

Talvez seja verdade que a esquerda ou certas ideias conotadas como sendo de esquerda tenham contribuído para a libertação dos apertados e castradores laços da família tradicional.
A perseguição à Igreja Católica é útil porque devemos perceber que aquilo que é dito pela hieraquia anacrónica eclesiástica é prejudicial ao desenvolvimento da consciência individual, essencial para alterar o estado de caos aparente em que vivemos.
Quanto à última afirmação penso que talvez o senhor não compreenda porque que é que a não existência de marginalidades é util a uma sociedade que se quer integradora e feliz. talvez não compreenda que o medo, a solidão e a "clandestinidade" fazem as pessoas menos felizes..
Alguém sabe quantos anos tem este palhaço???
miguel_dosantos@hotmail.com 20/4/2001

Quando li pela primeira vez o comentário desse deputado insular, desfinhei de tão indignado que fiquei.
Tenho 27 anos. Sou um rapaz igual aos outros. Sinto de forma diferente. Disso não tenho culpa, pois não escolhi tais sentimentos. Aos 18 anos tentei livrar-me da vida - da minha! Não me aceitava. Sofri bastante! Sempre em silêncio!
Após fustrada tentativa, mudei! Decidi aceitar-me como sou. Decidi que nunca mais ninguém haveria de me magoar - eu tinha sido um grande carrasco comigo mesmo!...
Lutei! Lutei muito! Na faculdade fui um dos mais respeitados dirigentes associativos - , pertenci a uma comissão política, pertenci à igreja (fui acólito) - o párocuo sabia da minha homossexualidade - fiz questão que soubesse. Dei aulas na universifdade... Sou um rapaz normal, másculo, bonito ! Na faculdade, fui eleito 3 vezes presidente da Associação Académica. Porque sempre tive coragem de assumir os meus amigos, quer fossem efeminados, ou não, havia boatos... Mas sempre fui muito respeitado.
Caros amigos, relacionei-me, conheci muita gente. E conheço, na alta sociedade, no jornalismo, nos meios académicos, na presidência da república, no governo, nos partidos, principalmente no partido a que o senhor deputado regional - que tem bastantes, muitos homossexuais!
É verdade. Nós existimos e estamos em todo o lado! Temos irmãos, primos, amigos, filhos que são gays. Eles não escolheram ser assim. Mas são assim!
Há muita gente que não tem coragem de se assumir para si próprio. E sofre em silêncio!...
Não sou assumido, mas não tenho qualquer problema que alguém saiba que sou gay. Se respeitarmos os outros, então seremos também respeitados! E se assim não acontecer, exigimos que nos respeitem!
A esse senhor, o partido deveria impôr um retratar público!
Os políticos, na maior parte das vezes, são uns hipócritas!
Assuma-se como são. Para isso não necessitam dizer que são gays. Mas sejam coerentes! Coerentes com os seus sentimentos! Com a sua forma de ser! Se forem coerentes, serão respeitados. Se não forem, um dia que se saiba algo, serão então trocidados. E nesse dia, não haverá comunidade, gay e não gay, que os apoie e lhes dê a mão!
Um abraço
Bernado de L M C. 9/5/2001

 
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