
Foi um comandante das forças especiais norte-americanas. Reformou-se com o posto de coronel em 2004. Concorreu a um lugar na biblioteca do congresso para o qual estava muito bem qualificada como pesquisadora sobre terrorismo. Foi a mais bem qualificada entre 18 candidatos. Em dezembro de 2004 foi-lhe oferecido o lugar. Antes de começar o seu novo trabalho, foi almoçar com a mulher que seria a sua futura chefe. Nesse almoço desvendou o seu segredo: estava a fazer a transição para feminino. No dia seguinte foi-lhe retirado o lugar.
Em 2005 iniciou um processo legal contra a biblioteca do congresso por discriminação por ser transexual. Esta semana a justiça deu-lhe razão e condenou a biblioteca do congresso a pagar uma indemnização à volta de 500.000 dólares americanos.
E foi muito bem feito. Diane Schroeder lutou contra a discriminação. E venceu.