
O Vaticano fez saber que os candidatos a padre, (homens que desejem ser padres), antes de ingressar no seminário, serão submetidos a testes psicológicos, coma finalidade de detectar personalidades menos fortes, e por isso incapazes de entregarem a uma vida celibatária.
Neste novo documento, o segundo em três anos, desde os escândalos sexuais, o Vaticano diz: “A Igreja tem o dever de identificar uma vocação e as vulnerabilidades dos candidatos ao ministério paroquial; … O ministério paroquial requer certas habilidades bem como virtudes morais e teológicos as quais se baseiam em um equilíbrio humano e psíquico – um equilíbrio particularmente eficiente – de forma a permitir ao sujeito estar predisposto adequadamente para entregar-se à vida celibatária”
Embora estes testes não sejam obrigatórios, os mesmos poderiam revestir-se de grande importância para o reitor que deseje ter a certeza da vocação dos seus seminaristas
Os testes serão executados por técnicos habilitados (psicólogos) e pretende identificar “imaturidade grave” e desequilíbrios de personalidade, os mesmos que a igreja atribuiu aos homossexuais.