
A China vai manter a proibição à entrada de estrangeiros e visitantes VIH+ no país, mesmo durante as Olimpíadas. Esta proibição impede pessoas como a lenda do basquetbal Earvin "Magic" Johnson (que ganhou a medalha de outro em 1972 em Barcelona, um ano depois de afirmar publicamente que era VIH+) de entrarem no país como turistas.
A posição da China contrasta não só com as novas políticas no país para tratar de forma mais eficaz os locais VIH+ como também com a recente posição dos EUA de terminar com uma proibição semelhante.
Os organizadores da International AIDS Conference, que acontecerá na Cidade do México de 3 a 8 de Agosto e reunirá 20'000 especialistas de todo o mundo, criticaram os países com políticas de restrição de entrada a pessoas HIV+. A sua posição, apresentada recentemente em comunicado, é que esta medida "não protege a saúde pública e na prática bloqueia respostas eficazes na luta contra o VIH".
Neste momento mais de 60 países tem leis que limitam a entrada de pessoas que vivam com o VIH.
No caso da China é pedido aos visitantes que indiquem o seu estado VIH à entrada para visitas de curta duração, já visitas de longa duração obrigam a um teste sanguíneo.
No entanto os atletas e delegados que participam nos jogos estão excluídos destas medidas e não terão de revelar o seu estado VIH.