
O ministro da Saúde, Correia de Campos, quer que, a partir de Janeiro do próximo ano, todos os centros de saúde e hospitais estejam abastecidos com quantidades suficientes de anticoncepcionais (pílula, preservativo e dispositivo intra-uterino) para serem dispensados a quem recorre às consultas de planeamento familiar. No Parlamento, Correia de Campos admitiu que há "rupturas constantes" nos stocks de anticoncepcionais e garantiu que a descompartipação da pílula não está decidida. "Ainda não lancei o estudo para saber quem beneficia da comparticipação", afirmou.