Quem for encontrado a praticar sexo homossexual poderá ser condenado a mais de 25 anos de prisão no Zanzibar, arquipélago que fica ao largo da costa da Tanzânia, em África. Enquanto gays poderão ficar presos por um quarto de século, lésbicas poderão ser condenadas a 7 anos. A condenação por fazer sexo gay é a mesma que a aplicada a homicídios. A nova lei foi promulgada nesta semana após a assinatura do presidente, Amani Karume. O projecto de lei foi aprovado pelo Parlamento do país em abril. "Não há diferença entre sodomia e assassinato", disse Muhammed Said, líder islâmico de Zanzibar. Grupos internacionais de direitos humanos condenaram a nova lei e agências de turismo, principalmente na África do Sul, ameaçaram boicotar o Zanzibar.