
Mais uma do Vaticano em sua odiosa campanha contra gays e lésbicas. O site oficial de notícias do estado católico, Zenit News Agency, traz entrevista com John Harvey, fundador da Courage, organização fundada com objetivo de convencer homossexuais a desistirem de fazer sexo, que sugere que pais busquem “sinais específicos” que denunciem uma possível homossexualidade em seus filhos. E que se for esse o caso, que busquem “ tratamento espiritual e psicológico efectivo” para as crianças. Harvey, 85, indica quais seriam esses sinais: “um menino que se veste como menina, ou que costuma começar com a própria mãe vestindo ele com vestidos de meninas” e ainda “se um dos filhos é diferente de seus irmãos, se o menino não gosta de desportos, se ele é solitário e fica horas na internet, se for adolescente e passar muito tempo com apenas um ou dois garotos solitários, se tiver mais amigas do que amigos, se tiver trejeitos femininos, se tiver um relacionamento distante com o pai e se for mais ligado a suas irmãs do que irmãos”. Harvey afirma ainda que se os pais suspeitarem que seu filho é gay “ seria mais prudente levar a criança a uma clínica psiquiátrica confiável”. No Brasil psicólogos que se propuserem a “curar” homossexualidade são passíveis de punição e perda de registro de acordo com resolução do Conselho Federal de Psicologia.