
Diante das críticas públicas e processo legal movido por grupo de defesa de direitos homossexuais, o Cirque du Soleil emitiu documento justificando a demissão do trapezista Matthew Cusik (foto), que é HIV+. A emenda foi pior que o soneto. O Cirque du Soleil alega “razões de segurança” e diz não ter havido discrminação. “ Nossa experiência em matéria de acrobacias em vôos demonstra o alto risco de ferimentos ligados aos exercícios aéreos. Levando isso em consideração, acreditamos que o risco de expor outros artistas, técnicos e espectadores ao HIV na seqüência de um ferimento era muito grande” , diz o documento. O National Collegiate Athletic Association afirma que não existem casos de transmissão de HIV em atividades atléticas e afirma que não existem recomendações no sentido de restringir o trabalho de atletas apenas por terem o HIV.. Cusik deixou claro seu status sorológico na época da contratação e passou meses treinando para o número no trapézio e é considerado saudável e apto pelo trabalho por vários médicos. Grupos de luta contra aids estão marcando manifestações nos Cirque du Soleil de Atlanta, Los Angeles e Nova York.