
O governo da província canadiana da Colúmbia Britânica admitiu que nos últimos cinco anos financiou quase US$ 250 mil dólares para que médicos tratassem a homossexualidade como uma “desordem mental”. Na semana passada, o site do governo da província ainda listava a homossexualidade como uma doença, apesar da Organização Mundial da Saúde (OMS) a ter retirado da Classificação Internacional de Doenças (CID) há pouco mais de dez anos. Michelle Stewart, porta-voz do Ministério da Saúde, disse que o governo deixou de classificar a homossexualidade como doença, mas não retirou a referência do site, o que segundo ela foi um “descuido”. No entanto, a porta-voz não conseguiu explicar porquê que o governo continuou a pagar médicos para tratar a homossexualidade. Stewart afirmou que o financiamento não estava relacionado à tentativa de “curar” gays, mas sim a “problemas relacionados à sexualidade”. A porta-voz garantiu que o erro será corrigido o mais rápido possível.