
Os funcionários públicos das conservatórias surgiram em notícia, alegando vontade em recusar a celebração dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, referindo-se a esta união como “este tipo de casamento”.
Contudo o responsável jurídico da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, já fez saber que “o dever dos conservadores é cumprir a lei”, por outras palavras se a lei surgir como foi aprovada no passado dia 8 de Janeiro, sexta-feira, sem qualquer sugestão de que estes funcionários possam recusar-se ao cumprimento do seu dever, os mesmos terão de assumir as suas funções sem retaliar, mesmo porque tal acto é uma acção “puramente administrativa”, como adiantou ainda o mesmo responsável Paulo Taborda.