
Um estudo subsidiado pelo governo federal dos Estados Unidos revelou que programas de educação sexual baseados na abstinência não previnem os estudantes de se tornarem sexualmente ativos e nem estimula o uso de preservativos. A pesquisa foi publicada nesta quinta-feira, 8/9, pelo jornal The Plain Dealer, de Cleveland, Ohio.
O trabalho foi conduzido por pesquisadores da Universidade Case Western Reserve e é um dos primeiros a analisar cientificamente programas de abstinência. Foram entrevistados 2.069 estudantes das sétimas e oitavas séries de Cleveland e não foi encontrada nenhuma diferença no comportamento sexual entre os alunos que tiveram educação sexual baseada em princípios de abstinência dos que aqueles não tiveram.
Entretanto, os alunos que participaram de programas de abstinência disseram ter menos parceiros e encontros sexuais.
O estudo completo poderá ser consultado em breve no site do American Journal of Health Behavior.
www.ajhb.org.