
A Comissão de Orçamento da ONU pediu ao secretário-geral Kofi Annan que reconsidere sua decisão de estender aos parceiros homossexuais de funcionários da organização os benefícios concedidos aos heterossexuais. A decisão de Annan,condicionada ao reconhecimento da união gay nos países de origem dos funcionários a serem beneficiados, foi condenada pelos 57 países da OCI - Organização da Conferência Islâmica, pelo Vaticano, vários países africanos e pelos Estados Unidos. Entre os 191 países-membros da ONU, são poucos os que reconhecem a união entre casais do mesmo sexo. Ou seja, a decisão de Annan não trará grandes mudanças no orçamento da organização já que não vai beneficiar mais que uma dúzia de funcionários.