IRS - Campo 901 - Ajude sem gastar um cêntimo

por portugalgay domingo, 03 Abril 2011 12:05

Ao preencher o campo 9 do anexo H (Benefícios Fiscais e Deduções) com um NIF estará de imediato a ajudar uma entidade com 0,5% do seu imposto já liquidado.

 

Não se esqueça de colocar a cruz na opção "Instituições Particulares de Solidariedade Social ou Pessoas Colectivas de Utilidade Pública (art. 32º, nº 6)"

 

Não paga mais IRS por causa disso.

 

As entidades em causa têm de estar expressamente registadas para o efeito.

 

Aqui ficam algumas entidades que pode ajudar:

 

Abraço

NIF: 503 170 151

http://abraco.org.pt/

 

AMI - Assistência Médica Internacional

NIF: 502 744 910

http://www.ami.org.pt/

 

Amnistia Internacional

NIF: 501 223 738

http://www.irsamnistia.com/

 

ILGA Portugal - Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero

NIF: 503 777 331

http://www.ilga-portugal.pt/

 

Liga Portuguesa Contra o Canco

NIF: 500 967 768

http://www.ligacontracancro.pt/

 

Médicos do Mundo

NIF: 504 568 566

http://www.medicosdomundo.pt/

 

Sol

NIF: 503 075 922

http://www.sol-criancas.pt/?idc=16

 

UNICEF

NIF: 500 883 823

http://www.unicef.pt/

 


Carta Aberta à TVI

por portugalgay sexta-feira, 30 Julho 2010 01:05

Carta Aberta

Ao Director-Geral e Administrador da TVI

Ao Director-Geral da Plural Portugal

À Administração da Média Capital

 

Assunto: Cancelamento, pela TVI, de uma cena de afectividade entre casal de namorados, na série "Morangos com Açúcar"

29 de Julho de 2010

 

Exmo. Sr. Bernardo Bairrão,

Exmo. Sr. André Cerqueira

Exma. Sr.ª Ana Esteves,

 

Tomámos conhecimento, através de notícia publicada no Jornal de Notícias a 19 de Julho de 2010, da decisão de cancelar a emissão de uma cena de afectividade protagonizada por um casal de rapazes na série "Morangos com Açúcar". Segundo informa a mesma fonte, a cena, que inclui um beijo entre os dois rapazes, foi gravada pelos autores da série e rejeitada pela direcção de programas da TVI. Procuramos com a presente carta obter um esclarecimento quanto ao porquê desta decisão e alertar para o impacto extremamente negativo da mesma.

Entendemos não existir justificação para a não emissão de qualquer conteúdo que expresse a diversidade de afectos e relacionamentos que existem na sociedade, tendo em conta os critérios avaliados para o horário e público a que se destina a série, mas sempre com respeito pelo compromisso de igualdade consagrado na Constituição da República Portuguesa (Art. 13º), no Tratado da União Europeia (Art. 10º) e na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia (Art. 21º), que no caso aqui apresentado se relaciona directamente com um tratamento desigual baseado na orientação sexual das personagens. 

Qual é a gravidade desta infracção? Tratando-se de uma série de jovens para jovens, em emissão desde 2003, com um público substancial que encontra nela um retrato das vidas de sucesso, complicações, dramas e conquistas da juventude portuguesa, compreendemos ser importante que o desenvolver da série “Morangos com Açúcar” seja inclusivo e se estenda sem discriminações à realidade de jovens lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros (LGBT) em Portugal.

A visibilidade positiva e a informação correcta sobre orientação sexual e identidade de género são aspectos cruciais na desmistificação destes assuntos, na educação de mentalidades e no desenvolver de uma personalidade e capacidades sãs entre jovens com uma orientação sexual minoritária, que, infelizmente, não contam ainda com modelos positivos no seu dia-a-dia devido à discriminação e ao preconceito. 

A comunicação social e os média desempenham um papel importantíssimo nesta área, tendo o direito e o dever de retratar e noticiar, sem medo ou preconceito, mas com respeito e verosimilhança, as histórias desta camada da população, honrando e apoiando todos aqueles que ainda sofrem constantemente pelo preconceito direccionado pela sua orientação sexual ou identidade de género.

A omissão de personagens LGBT e de cenas que retratem o dia-a-dia destas pessoas, com dúvidas e receios tão legítimos quanto os de seus pares heterossexuais, e que fazem parte da vida de milhares de jovens no nosso país, é absolutamente preocupante, descaracteriza a série em relação à sociedade que pretende retratar e isola muitas crianças e adolescentes que encontram um sinal positivo na história das personagens Nuno e Fábio e na aparente legitimidade que a TVI confere à mesma, revelando-se afinal discriminatória e incapaz de respeitar as vivências destes jovens no seu todo.

Esta decisão reduz a existência e os sentimentos destes adolescentes e propicia a invisibilidade, veiculando a ideia de que são menos dignos que os seus pares heterossexuais, sentimentos e pensamentos que levam à instabilidade emocional e que poderão expressar-se no maior isolamento, insegurança, repressão, desrespeito próprio, auto-mutilação, tentativa e ideação de suicídio, como tem sido recentemente documentado. 

Vivemos numa época em que estão reunidas todas as condições para o apoio e o respeito às pessoas LGBT, e estamos certos/as que a sociedade portuguesa está mais do que preparada para assistir às imagens desta história de amor, que afinal é igual a tantas outras. Pedimos que não deixem de participar e de contribuir de forma positiva para esta educação de mentalidades, repondo a cena cujo cancelamento representa uma infracção das normas nacionais e internacionais dos direitos humanos e um sinal triste de retrocesso civilizacional.

Com os nossos melhores cumprimentos, 

As Associações:

 

ATTACILGA Portugalnão te prives;Panteras RosaPolyPortugalPortugalGay.pt;rede ex aequoRede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e HomensUMAR


Comunicado de Imprensa

por portugalgay quarta-feira, 28 Julho 2010 18:37

Faz hoje pouco mais de um ano que o Ministério da Saúde, dirigido por Ana Jorge, em documento enviado à Presidência do Conselho de Ministros, no dia 10 de Julho 2009, alegava: 

“A necessidade de garantir que os potenciais dadores não têm comportamentos de risco que, em termosobjectivos e cientificamente comprovados, podem constituir uma ameaça à saúde e à vida dos potenciaisbeneficiários, leva à exclusão dos potenciais dadores masculinos que declarem ter tido relações homossexuais”. 

Na altura, várias associações empenhadas na defesa dos direitos das pessoas lésbicas, gays,bissexuais e transgenéros (LGBT) vieram, mais uma vez, a público denunciar que tal directrizconstituía uma grave violação do princípio constitucional da igualdade - que no seu artigo 13º é claro: “nenhum/a cidadão/cidadã pode ser discriminado em função da sua orientação sexual” -para além de salientarem que proibir homens de doar sangue, só por terem tido alguma vez relações sexuais com outros homens, era uma prática manifestamente discriminatória sem qualquer fundamento científico. Mais: O Presidente do Instituto Português do Sangue – Gabriel Olim – em entrevista ao jornal i, a 30 de Julho 2009, teve declarações imbuídas de preconceitoe estigmatizantes, concepções cuja credibilidade já tinha sido de resto posta em causa pelo próprio Coordenador Nacional para a Infecção do VIH/SIDA, epidemiologista (re) conhecido(Lusa, 17-07-2009).

Em inícios de Abril, depois de vários anos de denúncia por parte do movimento LGBT, é, finalmente, aprovado na Assembleia da República um projecto de resolução do Bloco de Esquerda contra a discriminação das pessoas homossexuais e bissexuais nos serviços de recolha de sangue. Projecto, relembramos, aprovado por larga maioria, dado apenas ter contado com a abstenção de 20 deputados/as do CDS PP e de uma deputada independente eleita pelo PS.

Relembramos também que essa resolução se alicerçava na directiva europeia sobre a matéria, definindo que sejam excluídos «os dadores cujo comportamento coloque grande risco de contraírem doenças transmissíveis graves». Bem cientes de que a homossexualidade não é,nem nunca foi, um comportamento de risco, a Assembleia da República aprovou a Resolução com vista à adopção urgente por parte do Ministério da Saúde de medidas que acabassem com aquela discriminação. Cerca de 4 meses depois, verificamos que não só o Ministério da Saúdenão acatou tal recomendação como uma notícia do Jornal de Notícias de ontem denuncia quenão vislumbra fazê-lo.

Por que motivo(s)? Não percebemos nem aceitamos que tal volte a acontecer. Já são demasiados anos em volta deste folhetim interminável que só acentua o preconceito e a desigualdade em volta das pessoas LGBT. Não se pode, por um lado, aprovar medidas que visem a promoção da igualdade e, por outro, perpetuar uma discriminação sem qualquer fundamentoque põe de lado milhares de potenciais dadores quando existe sempre necessidade de sangue. Os avanços e recuos verificados nesta matéria somente contribuem para o aumento do estigma em relação às pessoas homossexuais que em nada favorece uma sociedade que se quer livre, inclusiva e democrática.

Deverão ser os comportamentos de risco a determinar a exclusão da doação de sangue,sejam homens ou mulheres, homossexuais ou heterossexuais e não outro qualquer factor arbitrário e discriminatório que parte de pressupostos estereotipados. 

A homossexualidade não é sinónimo de comportamentos de risco, tal como aheterossexualidade não é garantia da sua ausência! Quantas vezes teremos que o dizer?

Nem a ciência, nem as estatísticas, nem os princípios da não discriminação e da igualdade justificam tal comportamento por parte do Ministério da Saúde pelo que exigimos, por isso, a adopção urgente das medidas solicitadas na Resolução adoptada na AR. 

Organizações subscritoras: Amplos, ATTAC, Ilga Portugal, Médicos pela Escolha, Não te prives, Panteras Rosa, Poly Portugal, Portugal Gay, Rede Ex Aequo, SOS Racismo, UMAR


Estimando o número de participantes no Arraial Pride 2009

por portugalgay segunda-feira, 29 Junho 2009 11:35

O PortugalGay.pt estimou em 4000 a 5000 os participantes no Arraial Pride 2009.


É sempre difícil obter números exactos de participação num evento deste tipo e, como tal, este número é uma aproximação... o número real de pessoas pode ter sido inferior ou superior e as estimativas feitas com outros pressupostos podem também variar.

Em primeiro lugar usamos como base o facto de o Arraial Pride ter tido relativamente poucas pessoas durante o período da tarde, digamos que 100 pessoas no recinto em média o que tendo em conta o período das 16:00 às 20:00 dará cerca de 500 a 1000 pessoas tendo em conta entradas e saídas.

Quanto ao período da noite o pressuposto base foi de que não houve grande rotatividade dos presentes assumindo-se que em relação ao máximo de pessoas num determinado momento (2000) poderão ter passado das 20:00 às 4:00 quase o dobro de pessoas no arraial.

Esta taxa de substituição parece-nos quanto a nós optimista: a dificuldade no acesso ao Arraial Pride 2009 levou a que a maioria dos participantes da noite ficasse no recinto durante várias horas e durante apenas uma visita.

No final ficamos com 4000 a 5000 pessoas.

Como calculamos o "máximo de pessoas num determinado momento"?

O recinto do Arrail está representado na imagem abaixo:




Este mapa é uma aproximação da realidade, mas o ponto chave é que o círculo formado pelas barraquinhas junto ao palco tem aproximadamente 35 metros de diâmetro o que dá uma área total de 1000 metros quadrados.

Durante o Arraial Pride 2009 esta área nunca ficou completamente cheia e eram relativamente poucas, comparativamente, as pessoas nas outras áreas do evento.

Assumindo uma densidade de 2 pessoas por metro quadrado, que é perfeitamente aceitável num evento deste tipo, chegamos ao máximo de 2000 pessoas.

O facto de haver apenas 5 casas de banho públicas leva-nos a pensar que a Câmara Municipal de Lisboa não estaria à espera de muito mais pessoas do que esta estimativa... mesmo assim temos 1 casa de banho pública para cerca de 1000 pessoas, um valor três vezes superior ao recomendado para um evento de curta duração, e muito deficitário para um evento de longa duração como o Arraial Pride.

Associação ILGA Portugal contrata

por portugalgay sábado, 29 Novembro 2008 14:53

Colaborador/a do Centro de Documentação da Associação ILGA Portugal
 
Fundada em 1996, a Associação ILGA Portugal é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sob a forma de Associação de Solidariedade Social, que tem por objectivos a integração social da população lésbica, gay, bissexual e transgénero (LGBT), a luta contra a discriminação com base na orientação sexual e na identidade de género e a promoção da cidadania, dos Direitos Humanos e da igualdade de género.

A Associação ILGA Portugal tem ao longo dos anos desenvolvido inúmeros projectos numa base de voluntariado, entre os quais a dinamização do Centro LGBT, onde funciona o Centro de Documentação Gonçalo Diniz que é o único Centro de Documentação LGBT do país.

Função

Colaborador/a do Centro de Documentação Gonçalo Diniz, no Centro LGBT da Associação ILGA Portugal, por um período de 23 meses

- Assegurar o funcionamento do Centro de Documentação

- Assegurar a digitalização, armazenamento e colocação online da documentação

Perfil d@ Candidat@


- Identificar-se com a missão da Associação ILGA Portugal
- Excelentes conhecimentos informáticos
- Bom nível de compreensão inglês escrito

Dá-se preferência a

- Experiência prévia em trabalho associativo

Oferta

- Início da função em Janeiro de 2009

- Part Time (horário a combinar)

- EUR 531 Bruto/Mês + subsídio de refeição (aproximadamente EUR 74/Mês)

Candidaturas

As candidaturas deverão ser enviadas até 12 de Dezembro por correio electrónico para ilga-portugal@ilga.org ou por correio postal para a Rua de S. Lázaro, nº 88, 1150-333 Lisboa - com indicação da função a que se candidata, deverão fazer-se acompanhar por CV, Carta de Apresentação e deverão ser disponibilizadas duas ou três referências de anteriores projectos académicos/profissionais.

A Associação ILGA Portugal não discrimina em função da orientação sexual,da identidade de género, ou de qualquer critério.



Coordenador/a do Centro LGBT da Associação ILGA Portugal

Fundada em 1996, a Associação ILGA Portugal é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sob a forma de Associação de Solidariedade Social, que tem por objectivos a integração social da população lésbica, gay, bissexual e transgénero (LGBT), a luta contra a discriminação com base na orientação sexual e na identidade de género e a promoção da cidadania, dos Direitos Humanos e da igualdade de género.

A Associação ILGA Portugal tem ao longo dos anos desenvolvido inúmeros projectos numa base de voluntariado, entre os quais a dinamização do Centro LGBT. O Centro LGBT é um espaço aberto a tod@s, a partir do qual a Associação e outros grupos têm desenvolvido as suas intervenções nos âmbitos cultural, social e político.

Função

Coordenador/a do Centro LGBT por um período de 23 meses, eventualmente renovável

- Assegurar a gestão quotidiana do Centro e dos seus serviços permanentes
- Dinamizar novas actividades a realizar no Centro LGBT
- Apoiar a Direcção da Associação ILGA Portugal nomeadamente em iniciativas de âmbito social e político

Perfil d@ Candidat@

- Identificar-se com a missão da Associação ILGA Portugal

- Ser criativ@, autónom@, dinâmic@ e pro-activ@

- Boa capacidade de relacionamento inter-pessoal

- Conhecimentos de Internet, Office e outro software comum a nível do utilizador

Dá-se preferência a

- Experiência prévia em trabalho associativo, nomeadamente, em questões de Direitos Humanos

- Inglês fluente, escrito e falado

Oferta

- Início da função em Janeiro de 2009

- Full time (horário a combinar)

- EUR 909 Bruto/Mês (14 meses por ano) + subsídio de refeição (aproximadamente EUR 74/Mês)
- Participação em projectos aliciantes e motivadores

Candidaturas

As candidaturas deverão ser enviadas até 12 de Dezembro por correio electrónico para ilga-portugal@ilga.org ou por correio postal para a Rua de S. Lázaro, nº 88, 1150-333 Lisboa - e deverão fazer-se acompanhar por CV até duas páginas, Carta de Apresentação (especificando a experiência prévia no trabalho associativo) e deverão ser disponibilizadas duas ou três referências de anteriores projectos profissionais.

A Associação ILGA Portugal não discrimina em função da orientação sexual, da identidade de género ou de qualquer outro critério.



Associação ILGA PORTUGAL
Email:
ilga-portugal@ilga.org
http://www.ilga-portugal.pt/
Rua de S. Lázaro, 88
1150-333 Lisboa
Metro: Martim Moniz
Autocarro: 790
Telefone: 218 873 918 | 969 367 005
Fax: 218 873 922


Picnic Mães e Pais LGBT, Crianças e Amig@s – 29 de Outubro, Lisboa

por portugalgay terça-feira, 24 Outubro 2006 15:18

A ideia de juntar novamente crianças com pais e/ou mães LGBT surgiu logo após a última actividade do género, contudo, foi sendo continuamente adiada porque entre as férias, trabalho e criançada, o tempo escasso muitas vezes voa.

Em 2006 realizaram-se já duas actividades: um Encontro sobre Homoparentalidade, no Centro Comunitário Gay e Lésbico de Lisboa em Março, que teve cerca de 30 pessoas, animadas e conversadoras, entre mães e pais actuais e futuros, filh@s e net@s de LGBT, pequenos e já mais crescidos; e em Maio, um animado picnic ao ar livre.

Ora, a ideia é mesmo dar continuidade a este tipo de eventos, tornando-os regulares e aproveitando a partilha para se construirem redes de apoio [in]formal . Gostaríamos de, aos poucos, alargar a rede a outras cidades e outro tipo de partilha/eventos, para onde quisermos ir. Assuntos sobre a legislação/escola, entre outros, estarão presentes entre os temas a partilhar neste tipo de eventos.

Para voltar a reunir este grupo, cada vez com mais gente, desafiamos tod@s @s interessad@s a juntarem-se a nós num encontro para crianças e adultos, em Lisboa, em que haverá espaço e boa disposição para troca de histórias e experiências.

Gostaríamos também de criar uma mailing list [informal] para os participantes e interessados para que seja um espaço que permita dar continuidade a cada evento e onde se possa debater questões do nosso dia-a-dia.

QUANDO: Dia 29 de Outubro, domingo, a partir das 14:30
ONDE: no Jardim dos Moinhos de Santana, à Ajuda, se a metereologia ajudar. Enviaremos mapa aos interessados.

Para mais informações e ** para confirmar presença ** por favor enviar mail para Manuel Beja marilgapor@yahoo.com Sara Martinho cacaoccino@yahoo.com.br

Por favor ** divulguem ** por mail, sites e blogs possíveis para chegarmos aos eventuais interessad@s.

Até domingo, dia 29. APARECE! .