Mudar de hospital: a luta: Parte II: bater contra as paredes

por transfofa sexta-feira, 30 Setembro 2011 16:34

Há muito, muito tempo, numa galáxia muito muito longe... 

Depois de ter ido ao Júlio de Matos pedir a transferência do processo, resolvi aguardar para dar algum tempo para o processo seguir viagem e para que no Santa Maria, ao receberem o processo, me marcassem consulta.

Neste compasso de espera, aqui ficam mais alguns dados sobre o passado.

No seguimento da saída do Dr Pedro Freitas do Hospital Júlio de Matos, e ainda com Íris Monteiro em plenas funções, marcou-me uma consulta com um psiquiatra, do qual não me recordo o nome, ainda jovem. E lá fui eu falar com o Sr Dr. A meio da consulta, da qual não tenho a data, pergunta-me ele: “Mas afinal porque é que lhe marcaram consulta comigo?”

Fiquei sem saber que resposta dar. Estava plenamente convencida que deveria ser o psiquiatra que trataria dos casos de transexualidade no hospital devido à saída do Dr Freitas. E o que lhe disse foi que tinha sido a Íris a marcar. Ele, coitado, lá me explicou que não tinha experiência nenhuma com pessoas transexuais e que ia contactar a Íris para saber os porquês. E a consulta acabou aí, e nunca mais o vi. Nem nunca mais tive contacto com qualquer psiquiatra lá.

Agora há datas que me faltam, mas a sequência dos acontecimentos está correcta. depois de algum tempo de espera, resolvi dirigir-me ao Júlio para pedir uma cópia do ofício em que tinha sido enviado o meu processo. Depois de me encontrar na posse da cópia, telefonei para o santa Maria para marcar consulta com o Prof Dr Rui Xavier Vieira, convencida que na altura da consulta o processo já lá estaria, visto as consultas serem quase sempre marcadas para um mês ou mais depois. Lá ma marcaram para daí a um mês e tal, e lá veio outro compasso de espera.

Nos entrementes, mais uma recordação. Quando ainda andava a fazer a segunda opinião com o Prof Dr Rui Xavier Vieira, e por sua ordem, estive duas manhãs e um dia inteiro a fazer testes psicológicos num piso lá para cima do Hospital. Nunca na minha vida tinha feito tantos testes de enfiada. Bem, mas fiquei a saber que possuo uma mente sã.

Veio a consulta e a minha confiança era tanta que assim que entrei no consultório retirei da minha mala a cópia do ofício e entreguei-lhe para ele ver. Com tanta sorte que, em vez de retirar o ofício (estava sem óculos) retirei um outro documento que nada tinha a ver. O Dr viu, e perguntou-me o que tinha ele a ver com o documento, e só aí é que vi o meu erro. Bem lá lhe entreguei o documento certo e nessa altura fiquei a saber que o processo não se encontrava lá.

Bem, fiquei desiludida, furiosa, zangada, uma mistura de emoções. Saí de lá e dirigi-me logo ao Júlio de Matos. Expliquei o caso e fui informada que a cópia do processo tinha sido enviada e que para enviarem outra vez tinha de ser o Prof Dr a requerer. Como já era tarde, regressei à base e uns dias depois, não me recordo bem de quantos, fui novamente ter com o Prof Dr para ver se ele requeria o processo. Durante esse tempo, ia telefonando para o Santa maria para ver se já lá tinha chegado. Cheguei a ligar para os arquivos, a ver se se encontrava lá arquivado por alguma razão, mas baldadamente. O processo não se encontrava lá. O Prof Dr recusou-se logo a pedi-lo, coisa de que já estava à espera. E fui para casa remoer. 

Nos entrementes, mais uma recordação. Quando tive alta do internamento da tromboflebite, começei a pensar como iria resolver o problema do tratamento hormonal. Qualquer pessoa que conheça um bocadinho sobre as pessoas transexuais sabe que a hipótese de parar com o tratamento está completamente fora de questão. Mesmo com risco de vida. Voltar atrás é que não. Nunca. Portanto depois de muito labutarem, as minhas pequeninas células cinzentas deram-me uma ideia. Para parar com a ciproterona e poder diminuir as hormonas só havia um caminho a seguir: os tintins (testículos) fora o mais rápido possível para evitar mais danos provocados pela testosterona que produzem.

Vai daí, num dia em que a Lara foi falar com o Dr Décio Ferreira, mandei recado por ela para a possibilidade de os retirar as soon as possible. O Dr Décio atenciosamente prontificou-se logo a fazê-lo assim que a Ordem dos Médicos o autorizasse. Ou seja a OM sobrepõe-se a tudo, mesmo ao bem estar de pessoas que ao serem forçadas a continuar o tratamento hormonal possam pôr a sua vda em risco. E com o andar da carruagem bem podia dar-me um piripac e ir desta para melhor de vez que os nossos grandes cirurgiões ficavam com a consciência bem tranquila protegidos pela autorização (ou falta dela) da OM. Gostei de ver o nível de preocupação demonstrado porquem tão ciosamente afirma a pés juntos ser um defensor das pessoas trans e do seu bem-estar.

Mais dias se passaram e decidi-me a ir ao Júlio de Matos falar com a psicóloga Catarina Soares pois sabia que também tratava destes casos, a ver se, ou ficava com o meu processo, ou arranjava maneira de o reenviar. Isto, entretanto, já em Junho deste ano, pois o tempo foi passando (não pára).

A Catarina Soares declinou logo o ficar com o processo (já tinha pedido o seu envio, não havia volta a dar) e foi procurá-lo para o mandar enviar registado e com aviso de recepção. Quando regressou com o processo, fiquei a saber que o mesmo tinha sido reenviado uma segunda vez, depois da minha ida ao hospital a indagar. 

Depois disto tudo, mais precisamente a 29 de Julho deste ano, fui com a Lara (que ia ter uma consulta com o Rui Xavier Vieira) ao Santa Maria, e aproveitei para perguntar por ela se o processo já lá estava. O professor novamente disse que não e perguntou porque razão não me davam o processo em mãos para eu o levar. Aproveitei o facto da Lara se dirigir à secção dos relatórios clínicos para pedir o seu para poder alterar finalmente o nome e género na sua documentação (já tem o processo concluído desde Novembro de 2007, data em que recebeu a autorização da Ordem dos Médicos para as cirurgias) e dirigi-me à secção onde o Santa Maria recebe o correio para ver se tinham registo da chegada dele. mas não, só se tivesse ido registado.

Com tudo isto veio o verão, mais um compasso de espera, pois no verão pára tudo (ou quase tudo). Em Setembro lá fui novamente tentar falar com a Catarina Soares, pois o processo insistia em não aparecer no Santa Maria. E foi quando fiquei a saber uma coisa interessante: das duas primeiras vezes o processo tinha sido enviado e devolvido pelo Santa Maria. As razões ignoro-as mas o não conhecimento de que o Prof Dr Rui Xavier Vieira dava consultas lá não me convence. Falei com a chefe da secretaria que muito simpaticamente me garantiu que o ia enviar uma terceira vez (a da Catarina que era para ter ido registado e com aviso de recepção nunca seguiu) registado e com aviso de recepção, e para eu lá ir na semana seguinte que me fornecia uma cópia do ofício.

Bem, lá fui na semana seguinte, recebi a cópia e dirigi-me ao Santa Maria para ver se já se encontrava lá. E, finalmente, lá estava ele.

Tinha demorado desde 29 de Junho de 2010 a 16 de Setembro de 2011 a ir do Hospital Júlio de Matos ao Hospital de Santa Maria. E a minha vida parada e a ficar cada vez mais velha.

Fim da segunda parte


Mudar de hospital: a luta: Parte I: a saga inicia-se

por transfofa quarta-feira, 28 Setembro 2011 00:40

Há muito, muito tempo, numa galáxia muito muito longe...

Num pequeno planeta num pequeno sistema solar perdido nos braços de uma galáxia em espiral, existiam pedaços de terra que emergiam da vastidão de um oceano. No extremo ocidental de uma dessas massas de terra vivia um povo em decadência, já muito longe dos seus tempos áureos. A capital desse povo chamava-se Lisboa. Eu vivia na periferia dessa capital.

Existiam dois hospitais na zona de Lisboa que tinham equipas para os processos de transexualidade: o Hospital Júlio de Matos e o Hospital de Santa Maria. No Hospital Júlio de Matos encontravam-se o Dr. Pedro Freitas e as psicólogas Íris Monteiro e Catarina Soares.Em Santa Maria, por exemplo, exerciam esta função o Prof. Dr. Rui Xavier Vieira e o Dr. Daniel Sampaio.

Iniciei o meu processo no hospital Júlio de Matos em Fevereiro de 2006,com a psicóloga Íris Monteiro e posteriormente com o Dr. Pedro Freitas. Em Dezembro do mesmo ano, inciei a 2ª opinião no Hospital de Santa Maria, a meu pedido, pois usualmente a 2ª opinião era feita nos Hospitais da Universidade de Coimbra, o que me levantava problemas económicos relativos à ignorada quantidade de vezes que me teria de deslocar a Coimbra, com o Prof. Dr. Rui Xavier Vieira.

Em Fevereiro de 2008 acabei as consultas da 2ª opinião. O relatório, esse, só o vi em Novembro de 2008 (tem a data de 7/11/08). Só para obter este relatório demorei mais de dois anos e meio. Curioso como por várias vezes o próprio Prof. Dr. Rui Xavier tem afirmado que o processo completo (com a 2ª opinião incluída) demora dois anos, quando só um relatório emitido por ele demora mais do que esse tempo. O normal, pelas informações que recebi, é serem entre uma a cinco consultas para a 2ª opinião, pelo menos nos Hospitais da Universidade de Coimbra. As minhas foram 13, salvo alguma que me tenha esquecido de apontar.

O processo própriamente dito roda todo à volta das cirurgias. A grande preocupação é que a pessoa tenha vontade em se submeter a elas. A identidade de género da pessoa não passa de um pormenor, um acidente de percurso. O foco são as cirurgias. São feitos testes para despistar posíveis doenças mentais que possam existir, sendo que no caso de existirem o processo é imediatamente terminado. Poder-se-à presumir então que a transexualidade fornece uma qualquer espécie de imunidade a qualquer doença psíquica? Sinceramente não me parece. A realidade é que não sabem diferenciar a transexualidade de uma doença psiquiátrica..Portanto mesmo que apesar de se ter uma qualquer doença psíquica poder-se ser transexual, essa realidade é automaticamente negada,

Curiosa também é a percepção que o psicólogo que me acompanhou na 2ª opinião teve do meu tratamento hormonal, Pedro Pechorro de seu nome. Eu iniciei o meu tratamento hormonal algum tempo antes de iniciar o processo (um ou dois anos, mais ou menos). A hormona que tomava chamava-se Premarin e mandava vir pela internet através de uma pessoa conhecida. Um belo dia decidi procurar na net informação sobre este composto hormonal, que efectivamente foi o que me desenvolveu o peito, e descobri um facto que achei deveras curioso: era sintetizado da urina de éguas grávidas. Nunca mais me esqueci disto e mencionei-o numa qualquer consulta como facto curioso. O resultado disto foi esta frase que consta do meu relatório de 2ª opinião: “(...) Diz que tem as mamas desenvolvidas porque bebia urina de éguas grávidas,”

Não preciso dizer que moro em Almada que nesta altura já se encontrava bastante urbanizada. Portanto estão a ver os problemas que teria: descobrir picadeiros ou outros sítios que tivessem éguas, saber se estavam grávidas e se alguma encontrasse nestas condições passar os dias atrás dela à espera que urinasse e guardar a urina bem acondicionada.

Levei o relatório para a psicóloga Íris, que notou logo que o mesmo não se encontrava assinado, entre outros problemas. Para encurtar uma história longa, depois de andar várias vezes entre os dois hospitais, que ainda demorou alguns meses, pois não podia fazê-lo todos os dias, e tinha de esperar amiúdas vezes por consultas, que podem espaçar um ou mais meses entre elas, lá consegui resolver o imbróglio.

Entretanto algumas coisas se tinham alterado no Hospital Júlio de Matos. O Dr Pedro Freitas, nos finais de 2007, tinha abandonado o Hospital Júlio de Matos para, soube-o posteriormente, ir para o ILAS (Instituto Luso Americano de Sexologia), entidade privada, onde, penso eu de que, continuou a trabalhar na mesma área. De notar que no Hospital Júlio de Matos tratava da parte de endocrinologia.

Como resultado, ficou o Dr Carlos Fernandes a tratar da parte endocrinológica.

A 24 de Março de 2009 fui internada na Cirurgia Vascular do Hospital Garcia de Horta com uma trombose venosa profunda illofemoral-popliteia total oclusiva na minha perna direita. Saí a 27 de Março e tive de parar o tratamento hormonal durante um ano. O nome vulgar é tromboflebite, e embora não haja causa-efeito. soube depois que a idade, o tabaco e o tratamento hormonal encontram-se entre as coisas que as potenciam.

No ano anterior, sensivelmente em Outubro, numa consulta com o Dr Carlos Fernandes, já com a minha intuição a querer dizer alguma coisa, perguntei se não seria boa ideia reduzir o tratamento hormonal para metade. Estava a tomar dois comprimidos de Zumenon e dois de Ciproterona 50mg por dia. Como resposta foi-me dito que se diminuísse as doses por metade só fariam metade do efeito.

Quer dizer, ninguém precisa de ir a um médico, qualquer que seja a sua especialidade, para ouvir que metade de uma dose qualquer de um qualquer medicamento produz metade do efeito. Penso que isso é obvio para toda a gente. O que eu quereria ouvir era, por exemplo “dada a sua idade e o facto de fumar, a minha opinião é que deve reduzir as doses para evitar possíveis problemas futuros”. Ou seja, dizer-me o que eu não sabia e não o que é evidente..

Depois de perder a confiança neste médico, porque a perdi, estive à volta de um ano com o processo parado devido à tromboflebite. Quando decidi que já tinha parado por tempo suficiente, regressei ao Hospital Júlio de Matos para retomar o tão abruptamente parado processo.

Mais novidades: a psicóloga Íris já tinha saído do Hospital para o ILAS, embora ainda lá fosse para não abandonar os seus pacientes. E os problemas começaram aqui, com as marcações para as consultas. Seria ela a marcar, mas não atendia telefonemas, ou seja, não havia maneira de a contactar. Enviei emails, pois entretanto arranjei um endereço de email dela, e nada, nem uma resposta, nem um contacto, o tempo a passar e o processo parado.

A última vez que a vi pessoalmente foi em Março de 2010, no Anfiteatro III da Faculdade de Medicina da Universidade Nova, no Campo dos Mártires da Pátria em Lisboa onde se deu uma conferência intitulada “MUDANÇA DE SEXO na clínica, no bloco, na pessoa” onde ela era uma das oradoras. Nessa altura contactei-a pessoalmente e ficou acordado que responderia aos meus mails e foi quando me deu o seu email . No Dia 22 de Março enviei o seguinte email :

“Bom dia Drª Iris

Como acordado aqui lhe envio este email com o pedido para que o meu processo seja transferido para o Hospital de Santa Maria. Assim, agradeço-lhe que o faça seguir com a maior brevidade possível, visto já ter estado mais de um ano sem qualquer avanço significativo. Penso que isto significa também que necessitarei que junto com ele siga o relatório da avaliação da equipa que me acompanhou no Hospital Júlio de Matos, que passará a ser a segunda opinião.

Assim, agradeço-lhe que me informe se necessitarei de tomar alguma acção, ou se a Drª pode tratar de tudo sem necessitar de mim.

Um beijo

Eduarda Santos”

Dia 24 de Março enviei um segundo email com o número do meu telemóvel que, embora soubesse de antemão que já o tinha dado, alguma coisa podia ter acontecido, mudar de telemóvel e o número perder-se, por exemplo. No dia 31 de Março enviei um terceiro email. Até hoje espero resposta.

O tempo foi passando, a Íris deixou de ir ao Júlio e eu e outras pessoas a ver o tempo a passar. O Hospital também se deixou ficar. Visto que houve a saída de um elemento, seria de esperar que os seus pacientes passassem para outro, Catarina Soares, por exemplo. Mas não. Saíu, saíu, e os processos lá ficaram a ganhar pó.

Não faço ideia porque motivo Íris Monteiro abandonou completamente os seus pacientes no Hospital Júlio de Matos, sem ter tido o cuidado de passar os processos para outra pessoa. Para mim não me parece uma decisão ética, no mínimo. Também o próprio hospital poderia ter tido esse cuidado, visto os processos estarem a ser feitos lá. Como impressão parece-me que o hospital não estará muito interessado em continuar com estes casos, apesar de continuarem. Mas o tratamento dado ao meu processo e a outros que sei estarem na mesma situação não me parece ser o indicado.

Também penso não ser necessário referir a implicação desses abandonos (Pedro Freitas e Íris Monteiro) para a obtenção do relatório para poder alterar nome e género. Já tenho 53 anos, estou desempregada há mais de um ano, já não recebo subsídios e agora que o governo tem um programa específico para desempregados de longa duração, estou encravada sem ter a quem requerer o dito relatório. Claro está que inscrever-me sem essas alterações está definitivamente fora de questão. Mas isto é para ser abordado mais para a frente.

Até que um belo dia me fartei de tanta falta de respeito por pessoas que têm a sua vida parada demonstrado pelo Hospital, e fui eu própria pedir a transferência para Santa Maria, pois nunca fugi de um desafio. Também não conheço na zona outro hospital que tenha estas consultas pelo SNS. O ILAS é privado, portanto só serve a quem tem dinheiro. Desempregadas ou vão para Santa Maria ou para o Júlio de Matos.

Fica aqui a denúncia de situações que acontecem e que raramente ou nunca são mencionadas, e exemplos da forma como muitos psiquiatras e psicólogos tratam as pessoas transexuais, um belo exemplo vindo de pessoas que afirmam sempre que estão lá para ajudar. Não considero estes exemplos como éticos nem como exemplos a seguir. Espero que ajude a alterar qualquer coisa no atendimento às pessoas transexuais.

Infelizmente este tipo de casos não são excepção. Acontecem muito. E continuam a acontecer porque quem se encontra a fazer processo tem sempre receio de que, se falam ou se reclamam, antagonizam os psiquiatras e psicólogos com as evidentes consequências para os processos, que ou ficam em banho maria ou é-lhes mesmo negada a sua transexualidade como retaliação.

No dia 29 de junho de 2010, com o número de saída 4479, o processo seguiu. Ou assim pensava eu.

Fim da primeira parte.

 


Queer Lisboa 15 - Participa e vai de borla ver cinema

por portugalgay quarta-feira, 14 Setembro 2011 15:43

PortugalGay.pt tem entradas duplas para o QueerLisboa 15.

Para concorreres tens de ser fã do PortugalGay.pt e do QueerLisboa no Facebook. Vai ao mural do PortugalGay.pt e diz qual das duas sessões gostavas de assistir, e porquê!

Dia 20 (terça-feira) - Mann Mit Bart (curta) + Romeos, Sala 1, 19h30
(participa até às 24:00 domingo)
http://www.queerlisboa.org/lxfilmfest/2011/queer_prog2x.asp?a=dia&t=20#D20_5F19_3A30

Dia 22 (quinta-feira) - Programa de curtas 2, Sala 1, 19h30
(participa até às 24:00 de terça-feira)
http://www.queerlisboa.org/lxfilmfest/2011/queer_prog2x.asp?a=dia&t=22#D22_5F19_3A30


Queer Lisboa 15 - Bilhetes já à venda

por portugalgay terça-feira, 13 Setembro 2011 23:55

Já estão disponíveis no São Jorge os bilhetes para o Queer Lisboa 15 (site oficial: www.queerlisboa.pt).

Cinema São Jorge
Avenida da Liberdade, 175
1250-141 Lisboa, Portugal

Metro Linha Azul - Estação Avenida

Para tornar a escolha mais simples visite o calendário gráfico exclusivo preparado pelo PortugalGay.pt:

Sala 1

Sala 2

Sala 3

Bilhete Normal - 3.50 EUR.

Bilhete com Desconto - 3.00 EUR (membros de associações LGBT devidamente identificados ou funcionários CML ou menores 25 anos ou maiores 65 anos).

Desconto de 20% na compra simultânea de 5 bilhetes para sessões diferentes.

Espectáculo de Teatro - 5.00 EUR (Preço único)


Queer Lisboa 15

por portugalgay terça-feira, 06 Setembro 2011 11:54

A partir de hoje está disponível o programa do Queer Lisboa 15 na versão PortugalGay.pt com pesquisa por dia, sala, categoria, etc, etc...

Tudo em www.queerlisboa.org.

De 16 a 24 de Setembro no São Jorge em Lisboa.