por portugalgay
domingo, 29 Maio 2005 12:21

No Renas e Veados foi feito o seguinte comentário sobre o filme "
O Cachorro" (que passa em
reprise hoje no Porto):
[...]
Mais uma vez, a história da SIDA: o dentista com a doença, e que continua a sua profissão, o paradoxo da consciência: as gengivas sanguinárias da sua profissão e o risco que isso acarreta.
[...]
Afixado por sexohomem em maio 27, 2005 12:24 PM
O resto do comentário também tem as suas conclusões algo bizarras, mas fico-me por este parágrafo.
Aqui fica a minha resposta:
"o dentista com a doença, e que continua a sua profissão, o paradoxo da consciência: as gengivas sanguinárias da sua profissão e o risco que isso acarreta"
Puro preconceito.
Mesmo com "gengivas sanguinárias" era necessário que o dentista tivesse "dedos sanguinários" para haver algum risco (nota: no filme é também perfeitamente visível que o dentista usa luvas, aliás como *todos* os dentistas deveriam fazer).
Para quando se vai ultrapassar esta ideia que um seropositivo não pode ser dentista?
Afixado por João Paulo (PortugalGay.PT) em maio 28, 2005 07:47 PM
por portugalgay
sábado, 28 Maio 2005 16:04
Estão disponíveis os novos meios de divulgação do Porto Pride 2005 (2 de Julho 2005 - Teatro Sá da Bandeira).
Poster

clique para ver imagem ampliada
Banner Flash Jumbo (702x90)
http://portugalgay.pt/banners/show.asp?mode=flash&page=pride&id=729
por portugalgay
sexta-feira, 27 Maio 2005 11:02
A seguinte mensagem foi recebida num formulário on-line existente na página [
Política e Direitos:
todas as pessoas que vivam á mais de dois anos juntas vivem "obrigatóriamente" em união de facto
Resposta:
Quase sempre "sim".
No entanto todos os direitos da actual lei de união de facto são de aplicação opcional. Ou seja: para ser utilizada é necessário que pelo menos uma das pessoas em união de facto queira efectivamente beneficiar desses direitos. Qualquer uma das pessoas em união de facto efectiva pode a qualquer momento "anular" essa união de facto (artigo 8, 1b).
Por exemplo o caso da entrega do IRS: ao contrário das pessoas casadas que são
obrigadas a entregar declarações conjuntas, duas pessoas em união de facto podem
optar por entregar uma declaração conjunta ou duas declarações independentes.
No caso do direito à habitação, se uma das pessoas em união de facto não quiser que a outra parte tenha direito a habitar a casa após a sua morte terá de o fazer por via judicial.
Na secção Política e Direitos está disponível o
texto integral da Lei de União de Facto.
Relembramos que excepto para efeitos de adopção a lei de união de facto é igualmente aplicável a duas pessoas do mesmo sexo ou duas pessoas de sexo diferente.
por portugalgay
quarta-feira, 25 Maio 2005 17:16
Anúncio (pago por alguém) publicado no El País de 25 de Maio de 2005...

(visto
aqui)
1ª Adenda 26 de Maio de 2005Retirado do
Renas e Veados:
O
Colectivo Lambda está a promover uma campanha de envio de e-mails de repúdio ao El País.
Os endereços a usar são os seguintes: cartasdirector@elpais.es, defensor@elpais.es.
E o modelo de e-mail sugerido pelo Colectivo Lambda... basta um copy paste, em menos de um minuto fazes chegar a tua indignação ao lugar certo.
Quiero manifestar mi más profunda indignación ante el anuncio publicado por su medio el miércoles 25 de mayo en la página 8 en el que se hacía un llamamiento urgente contra el matrimonio entre personas del mismo sexo.
Creo que ese anuncio atenta contra la dignidad de las personas homosexuales y de cualquier demócrata que aprecie vivir en un estado donde se respete a las minorías. Porque la libertad de expresión es uno de los derechos fundamentales que garantiza la Constitución española pero también tiene un límite, como es el respeto al honor entre otros derechos, algo que se ha vulnerado totalmente en su medio.
Decir que el SIDA es una enfermedad homosexual y que son éstos quienes la propagan es una difamación inaceptable hacia todo un colectivo de personas, además que perpetúa un estigma discriminador. O decir que los niños adoptados por homosexuales necesitan acudir a escuelas especiales. La demagogia es un peligroso vehículo que genera rechazo, odio y violencia. Y los medios de comunicación, si actúan de modo estrictamente mercantilista, pueden convertirse en los cooperadores de la barbarie. Seguramente su medio se excusará alegando no ser responsable de los contenidos de la publicidad que publican. Pero consideramos que es una gran irresponsabilidad ética y moral por parte de un medio progresista como El País anteponer la cuestión económica antes que el respeto a los derechos fundamentales de las personas. Porque hoy somos los homosexuales, ¿y mañana?, ¿publicarán anuncios que inciten a la xenofobia o el machismo?
Por lo tanto exijo una rectificación pública ante esta difamación propagada por su medio, esperando no volver a leer nunca más una barbaridad inaceptable como ésta en El País.
Atentamente,2ª Adenda 26 de Maio de 2005Recebemos através de email informação de que:
1. O jornal pediu desculpas pela publicação do anúncio que considera um grave erro.
2. A campanha contratada foi suspensa, quando o seu prazo incial era de 1 semana
3. O jornal irá pedir novamente desculpas no próximo domingo no seu Provedor do Leitor
4. A campanha foi financiada por uma entidade estranjeira, que pagou o anúncio através de bancos dos E.U.A. Provavelmente um lobby religioso norte-americano.
5. Uma acção legal contra este lobby será complicada pois além de ser difícil a sua identificação as leis internacionais não são eficazes nesta situação.
Adenda 28 de Maio de 2005Os
Tempos Que Correm informam que foi publicado no mesmo jornal o seguinte anúncio:
